The Flowers of War

Cinema, Sétima Arte

The Flowers of War tem alguns elementos de que gostei bastante. É altamente estilizado, como é comum nos filmes de Yimou Zhang, tem uma forma de contar história bastante ritmada, e é sobre um evento histórico catastrófico na história do extremo oriente, o massacre de Nanking, perpetrado pelos Japoneses em 1937, na então capital chinesa.

O que falhou redondamente foi a tentativa de misturar estilo com eventos tão dramáticos (e que sabemos terem sido reais). Sou apologista de filmar a morte no cinema como ela é na realidade, feia e muitas vezes repulsiva, mas o que foi feito aqui foi “dar show” onde era necessário contenção.

Depois há Christian Bale, um actor que aprecio imenso, mas que, apesar do bom desempenho, a única coisa que trouxe foi visibilidade a este filme no ocidente. Será que o padre deste filme não poderia ter sido chinês? Não seria uma opção mais adequada? É que a constante intercalação entre chinês e inglês (e japonês para quem consegue perceber a diferença) só serviu para quebrar qualquer réstia de realismo que poderia existir.

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