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The Walking Dead S03 – Parte 01

Séries, Sétima Arte

WalkingDead

The Walking Dead volta em grande na terceira temporada. O enredo está cada vez mais interessante e os primeiros oito episódios desta temporada são dos melhores de toda a série.

A segunda temporada acabou de forma catastrófica, com o grupo a separar-se e a ter que abdicar de um local que parecia seguro e com um futuro promissor. Sabíamos também que já não íamos contar com uma das melhores e mais sinistras personagens do grupo e isso deixava dúvidas sobre o que ai viria. Mas a verdade é que se perdemos uma grande personagem, ganhamos três ainda melhores.

Começamos com Michonne, uma personagem misteriosa e silenciosa, cheia de recursos e com um passado que acredito que ainda nos vai ser apresentado. A entrada em cena, com a sua espada de samurai e dois mortos-vivos acorrentados foi sublime.

Depois temos o regresso de Merle, o irmão de Daryl, que volta para atormentar o grupo a que já tinha pertencido. E associado a Merle está talvez a melhor personagem do momento. O novo arqui-inimigo de Rick – o Governador. Uma figura aparentemente benévola, mas que esconde um espirito controlador e déspota.

A segunda parte desta temporada focar-se-á certamente no confronto entre um grupo controlado por Rick e outro controlado pelo Governador.

Considero o oitavo episódio um dos melhores até agora. Em primeiro lugar pelo suspense criado e pela forma como nos faz salivar pela segunda parte da temporada e depois porque é um excelente exemplo de como funciona a guerra, o controle de massas (que aqui são muito reduzidas) e a utilização de peões para benefício próprio.

Estou ansioso que chegue Fevereiro!

PS: É curioso que tenha feito um comentário a uma série de zombie e fale tão poucos deles. Isto porque The Walking Dead não é sobre mortos-vivos, eles são apenas o mote para tudo o resto que está associado a seres humanos em condições extremas de sobrevivência. A forma como os criadores desta série exploram as reações e formas de agir das personagens a uma situação deste tipo é, sem dúvida, a sua grande mais-valia.

Lockout

Cinema, Sétima Arte

Lockout_01

Tivemos o Escape from New York nos anos 80 e o Escape from L.A. nos anos 90. Na primeira década do milénio devemos ter tido alguma imitação barata destes dois filmes de Carpenter. E agora, em pleno ano 2012, temos Lockout, a versão super high-tech do anti-herói que é escolhido para salvar a filha do presidente de uma prisão repleta dos piores criminosos do mundo.

Enfim, tempo perdido. Gosto de Guy Pearce e até acho que esteve bem no filme, mas tudo o resto é prescindível. É que nem dois realizadores foram suficientes para fazer alguma coisa de jeito. Esquecem-se que nem toda a gente tem o jeitinho de John Carpenter para fazer série B.

Intermission

Geral

Tivemos um pequeno período de intermissão no Polaroid Journal.

Por vezes estes intervalos nos blogues são por desmotivação, falta de vontade de escrever ou desinspiração, mas desta vez foi mesmo por falta de tempo.

Surgiu um novo desafio na minha vida e, neste momento, tenho que desviar a minha atenção e dedicação para ultrapassa-lo com sucesso.

Prometo continuar a atualizar o Polaroid, mas vou voltar um pouco ao conceito original, com entradas curtas e objetivas.

Obrigado a quem continua a passar por cá.