Manon des sources

Cinema, Sétima Arte

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Claude Berri não perdeu tempo e no mesmo ano que fez Jean de Florette lançou logo a sua sequela, se é que podemos chamar sequela a Manon des Sources, sendo que é mais uma segunda parte do mesmo filme.

Anos depois dos acontecimentos trágicos do filme anterior, voltamos ao sul de França. A filha do casal que lutava para sobreviver nos secos solos franceses cresceu e é agora uma linda e arisca adolescente que pastoreia as suas cabras pelas montanhas da zona. Mas o seu ar inocente esconde um desejo de vingança pelo que foi feito ao seu pai. A sua sede de justiça e, o que se pode chamar de karma, levam a um desfecho totalmente inesperado para si para aqueles que sabotaram o sonho da sua família.

Se Jean de Florette foi os preliminares, Mano des Sources é sem dúvida o clímax  Enquanto que no filme anterior os acontecimentos se desenrolavam mais lentamente, ano após ano de trabalho duro e sofrimento, aqui o ritmo é muito mais acelerado, desenrolando-se tudo num curto espaço de tempo.

O filme acaba de forma trágica mas depois tudo volta a normalidade. A aguá continua a correr na fonte, indiferente à tragédia que originou.

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