Sanjuro

Cinema, Sétima Arte

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Uma das coisas que mais aprecio em Akira Kurosawa é a sua quase obsessão pela autenticidade de cenários, figurinos e adereços. A forma cuidada como trata todos os aspetos da mise-en-scéne tornam as histórias que conta muito mais verosímeis. Este facto aplica-se principalmente aos seus Jidaigeki, os seus filmes de época de Samurais.

Mas não é só de mise-en-scéne que vive o cinema de Kurosawa. Sanjuro, a sequela de Yojimbo, pode não ser a nata da nata do cinema do realizador japonês, mas é um excelente exemplo de que mesmo a fazer sequelas mais leves e escapistas, este consegue elevar a fasquia muito acima da média. As batalhas soberbamente encenadas, o uso excecional de composições panorâmicas e a habitual excelente performance de Toshiro Mifune fazem deste Sanjuro uma das melhores sequelas de sempre.

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