Vampyr

Cinema, Sétima Arte

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Assistir a Vampyr é uma experiência que quase nos eleva a um estado alucinogénico. A sua natureza onírica leva-nos, com um ritmo bastante lento, numa viagem surreal por territórios que apenas visitamos nos nossos piores pesadelos. Aliás, a estrutura narrativa irracional aponta exatamente nesse sentido, estamos a presenciar algo que deambula entre o real e o oculto.

Este ambiente sobrenatural é explorado de forma exemplar ao longo de toda a carreira de Carl Theodor Dreyer, um realizador que tem uma relação muito especial com a religião e o profano, como podemos constatar em La Passion de Jeanne d’Arc, uma das maiores obras-primas da Sétima Arte e o filme que precedeu Vampyr.

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